Tommy Shelby de Volta: O Legado Continua no Cinema
A espera acabou! Cillian Murphy, recém-coroado com o Oscar, retoma seu icônico papel como Tommy Shelby no aguardado trailer de Peaky Blinders: O Homem Imortal. Revelado pela Netflix, o vislumbre promete um retorno sombrio e visceral do líder dos Shelby, anos após o término da aclamada série. O trailer sugere que o tempo não foi ameno com Tommy, que agora vive um “purgatório” autoimposto, isolado em sua mansão e distante dos assuntos do mundo e de sua família.
Um Herdeiro em Ascensão e a Sombra do Fascismo
Encontrado em seu ponto mais baixo, Tommy se vê confrontado por uma misteriosa personagem (Rebecca Ferguson) sobre o abandono de seu legado e de seu filho, Duke Shelby (Barry Keoghan). O herdeiro, que assume o comando dos Peaky Blinders com mão de ferro, é descrito por Ada Shelby (Sophie Rundle) como um reflexo sombrio do passado. A trama se aprofunda com a introdução de Beckett (Tim Roth), um simpatizante fascista que representa o crescimento da ideologia nazista às vésperas de um novo conflito mundial. Tommy, que lutou contra a União Britânica de Fascistas, é forçado a sair de seu isolamento ao perceber que seu próprio filho pode ser cooptado por essa perigosa ideologia.
Confronto de Gerações e o Chamado Pessoal
O embate entre Tommy e seu filho Duke, contrapondo gerações e ideologias, promete ser o ponto alto do filme. A situação se torna ainda mais pessoal com o retorno de Hayden Stagg (Stephen Graham), que convence Tommy de que esta nova guerra é, acima de tudo, sua. A dinâmica familiar e a luta contra o fascismo se entrelaçam, definindo o clímax da saga dos Shelby.
Lançamento e Trilha Sonora Marcante
Peaky Blinders: O Homem Imortal chega aos cinemas selecionados em 6 de março de 2026, com estreia na Netflix em 20 de março. O filme é visto como o encerramento definitivo da história de Birmingham, conectando o fim da Primeira Grande Guerra com os prenúncios da Segunda. O trailer é embalado pela trilha sonora original “Puppet”, de Grian Chatten, Antony Genn e Martin Slattery, que dita o tom melancólico e explosivo do retorno. A direção de arte e a fotografia mantêm a excelência visual que consagrou a série, com cenas que evocam a nostalgia e a força da marca.
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