Os Piores Filmes de Dragon Ball Z: Uma Análise Crítica
A franquia Dragon Ball Z é repleta de batalhas épicas e transformações icônicas, mas nem todos os filmes que levam o nome de DBZ conseguem capturar a magia que consagrou a série. Alguns longas-metragens, infelizmente, se resumem a lutas sem propósito, roteiros fracos e personagens desinteressantes, desrespeitando o universo criado por Akira Toriyama.
5. Dragon Ball Z: O Retorno de Cooler (1992)
Tecnicamente, este filme se destaca negativamente. A arte e a animação são de qualidade inferior, muitas vezes piores que as do anime original para TV. Apesar de apresentar Vegeta pela primeira vez em um filme e a inédita união de Goku e Vegeta contra um inimigo comum, a falta de uma história coesa e momentos que deveriam ser impactantes, mas falham em convencer, o colocam na lista dos piores. A reviravolta sobre a verdadeira natureza de Meta-Cooler é um ponto positivo, mas insuficiente para salvar o longa.
4. Dragon Ball Z: A Batalha por um Mundo (1993)
Considerado por muitos como o pior filme de DBZ até o surgimento de outros longas menos inspirados, “A Batalha por um Mundo” (Super Android 13) peca pela mediocridade. Sem a diversão de “O Retorno de Cooler”, a qualidade visual de “A Vingança de Cooler” ou a novidade de “O Retorno de Cooler”, o filme se resume a clichês e cenas de ação genéricas. Os designs dos vilões são extravagantes, com o chapéu de trucker do Androide 13 sendo mais memorável que qualquer diálogo. A dublagem em inglês tenta salvar o roteiro com personalidades exageradas, mas a falta de originalidade e momentos repetitivos tornam a experiência tediosa.
3. Dragon Ball Z: O Poder é Meu (1991)
Este filme marca o início da “piloto automático” para os longas de DBZ, oferecendo pouco de novo e se contentando em ser um pretexto para grandes lutas. Lord Slug, o vilão, é uma cópia descarada do Rei Piccolo, e o filme é mais lembrado pela primeira aparição técnica de Goku como Super Saiyajin, lançada antes da transformação contra Freeza no mangá. As lutas são monótonas, apesar do cenário urbano neon ser visualmente interessante. A única salvação é a derrota criativa do vilão, que permite a Gohan ser o herói e a aparição do adorável Icarus.
2. Dragon Ball Z: A Vingança de Cooler (1991)
Apesar de ser visualmente um dos filmes mais bonitos da fase inicial de DBZ, “A Vingança de Cooler” não escapa de suas falhas. A animação fluida, as cores vibrantes e o design impressionante da forma final de Cooler, além de uma trilha sonora marcante, não conseguem mascarar um roteiro que é essencialmente um reuso de elementos da Saga de Freeza. Cooler, como irmão de Freeza, tem um potencial que não é explorado, tornando-se apenas um clone do vilão original. Goku é retratado de forma messiânica, e os outros personagens cumprem papéis formulaicos, sem um propósito claro para a trama.
1. Dragon Ball Z: O Renascimento de ‘F’ (2015)
Encerrando a era dos filmes de Dragon Ball Z, “O Renascimento de ‘F'” falha em ser um final grandioso. Apesar de possuir alta qualidade de produção e visual, o filme carece de substância. Com tempo de sobra em sua duração estendida, o roteiro ignora o desenvolvimento de arcos para Goku e Vegeta, e o reencontro com Gohan, Piccolo e Kuririn se perde em meio à ação. O retorno de Freeza, sem apresentar novidades, soa como uma tentativa preguiçosa de capitalizar em cima do personagem. A introdução do Super Saiyajin Blue é mal executada, e a presença de Beerus e Whis diminui a tensão. O filme é criticado por estabelecer as bases do que muitos fãs consideram problemático em Dragon Ball Super, desperdiçando o potencial que poderia ter sido explorado após “A Batalha dos Deuses”.
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