Críticas severas nas redes sociais
Uma campanha publicitária da marca de bebidas Courvoisier está gerando forte debate e críticas nas redes sociais, especialmente no LinkedIn, onde o “esporte” de analisar e criticar falhas em anúncios é bastante popular. O anúncio em questão, que supostamente seria para promover o início de 2025, apresenta a banda Ezra Collective reunida em um cenário que tenta evocar aconchego. No entanto, a composição visual e textual da peça tem sido o principal foco das críticas.
Pontos de discórdia na campanha
A imagem mostra apenas um membro da banda com um instrumento, um kit de bateria, o que levantou questionamentos sobre a narrativa. As legendas, como “Celebre o ano com Ezra Collective” e “Aos momentos que nos tornam”, juntamente com a repetição do logo da marca e da garrafa, além de uma menção discreta a ginger ale, foram apontadas como confusas e ineficazes. O chefe de estratégia da consultoria, Kevin Chesters, foi um dos primeiros a expor sua opinião:
Análise detalhada e desaprovação
Chesters detalhou os problemas percebidos, questionando a linha de título sem sentido, a imagem genérica de “sociabilidade”, a sugestão de serviço ignorável, a inclusão obrigatória de garrafa e copo, a segunda legenda ainda mais vaga, a tripla aparição do logo e da marca, e o uso de texto em francês em minúsculas para sugerir sofisticação. Ele chegou a especular se a campanha foi criada por inteligência artificial e a classificou com nota zero. A opinião de Chesters ecoou entre os usuários do LinkedIn, que adicionaram suas próprias críticas, como a qualidade da fotografia e a falta de conexão visual dos modelos.
Concorrência acirrada para o “pior” anúncio
Comentários descreveram o anúncio como “genérico”, “disorientadoramente ruim” e “um absoluto desastre”. A polêmica levanta a questão se este será o pior anúncio de 2025, considerando que o ano ainda está no início e já existem outras campanhas controversas em destaque, como anúncios britânicos considerados “assustadores”, peças provocativas e uma campanha da Apple que gerou controvérsia pelos motivos errados.
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